Comunicação: Bosch coloca assistente de voz ao volante em Português (M/F)

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A Bosch está a colocar um ponto final ao caos no cockpit. Transformámos o assistente de voz num passageiro”, diz o Dr. Dirk Hoheisel, membro do Conselho de Administração da Robert Bosch GmbH.

A voz na Bosch é, por natureza, multilingue e não exige uma conexão de dados externa para suporte.

  “Casey”, “Linda” ou “Michael”: o condutor decide o nome do assistente de voz da Bosch.

 

Via Mar­gari­da Troni/Lift Consulting/Bosch

Hildesheim — “Eu sou a Casey, a tua nova pas­sageira. Estás pron­to para começar?” Assis­tentes de voz como Alexa, Siri, Google, Cor­tana e Bix­by assumi­ram o con­tro­lo de casas inteligentes, da ilu­mi­nação e do aspi­rador do pó – e a Bosch colo­ca ago­ra o assis­tente de voz ao volante do veícu­lo. Esta tec­nolo­gia recém-desen­volvi­da lib­er­ta os con­du­tores de dis­trações para que se pos­sam con­cen­trar na sua tare­fa essen­cial.

Quan­do os con­du­tores entram num car­ro mod­er­no, podem, por vezes, sen­tir-se como um pilo­to de avião dev­i­do aos botões, telas ou um menu de nave­g­ação con­fu­so com mil sub­menus. A Bosch está a por um pon­to final ao caos dos botões no cock­pit. Em vez dis­so, trans­for­má­mos o assis­tente de voz num pas­sageiro”, afir­ma Dr. Dirk Hoheisel, mem­bro do Con­sel­ho de Admin­is­tração da Robert Bosch GmbH. O assis­tente, que responde ao nome “Casey” na primeira vez que o con­du­tor entra no car­ro, tor­na a con­dução mais segu­ra e mais con­fortáv­el.

De acor­do com um estu­do do Allianz Cen­ter for Tech­nol­o­gy, os con­du­tores são fre­quente­mente dis­traí­dos, por exem­p­lo, quan­do oper­am o sis­tema de nave­g­ação, ajus­tam o ar condi­ciona­do ou respon­dem a uma chama­da tele­fóni­ca. Este tipo de dis­trações é uma das prin­ci­pais causas de aci­dentes rodoviários.

Responde a cada palavra – mes­mo offline

As funções dos coman­dos de voz do pas­sa­do eram de pou­ca aju­da e e fre­quente­mente estru­tu­radas como um menu de opções pos­síveis. O con­du­tor tin­ha de saber a estru­tu­ra na memória e ler os coman­dos necessários no visor do car­ro, algo que se tor­na­va alta­mente dis­tra­ti­vo. “Diga o que quis­er da maneira que quis­er diz­er: a Bosch colo­ca um assis­tente de voz no car­ro que percebe o con­du­tor exata­mente como out­ra pes­soa o faria”, diz Hoheisel. O assis­tente da Bosch não responde a coman­dos de palavras rígi­das. O sis­tema de recon­hec­i­men­to de voz percebe estru­turas de fras­es nat­u­rais, incluin­do sotaques e diale­tos de 30 país­es do mun­do (entre eles o Por­tuguês). O inglês não é sim­ples­mente inglês para a tal­en­tosa lin­guista Casey, que fala um diale­to britâni­co, amer­i­cano, neoze­landês ou aus­traliano.

Mais de uma déca­da de tra­bal­ho foi investi­da no desen­volvi­men­to do con­tro­lo de voz. A Casey é capaz de faz­er algo que vai além das capaci­dades dos con­cor­rentes mais con­heci­dos: pen­sa mais à frente e aprende. Se, por exem­p­lo, o con­du­tor quis­er lig­ar ao “Paul”, o sis­tema vai auto­mati­ca­mente aos con­tatos e con­sid­era a local­iza­ção, a hora e a situ­ação atu­al do con­du­tor antes de respon­der. No cam­in­ho do escritório, de man­hã, “Paul” provavel­mente é o cole­ga de tra­bal­ho, e esse mes­mo nome à noite pode se referir ao mel­hor ami­go. Para ter a certeza, Casey faz uma per­gun­ta: “Encon­trei cin­co con­tatos chama­dos Paul. Quer lig­ar ao Paul Steven­son?” Essa dependên­cia do con­tex­to é uma primeira eta­pa da inteligên­cia arti­fi­cial.

Out­ra parte des­ta tec­nolo­gia sofisti­ca­da: o con­du­tor pode, por exem­p­lo, inserir endereços de des­ti­no em França em francês sem ter que faz­er, man­ual­mente, alter­ações nas con­fig­u­rações. Um exem­p­lo: “Leve-me para Champ de Mars, Cinq Avenue Ana­tole Paris”. A Casey com­preende o des­ti­no auto­mati­ca­mente e cal­cu­la a rota para a Torre Eif­fel.

Além dis­so: o assis­tente da Bosch não neces­si­ta de uma conexão de dados exter­na. O sis­tema de info­tain­ment do car­ro assume o cál­cu­lo sem enviar dados para a nuvem, e a Casey per­manece com os con­du­tores em túneis, áreas com pou­ca cober­tu­ra de rede móv­el e país­es nos quais o smart­phone está desconec­ta­do.

Responde a qual­quer nome

A con­ver­sa no car­ro tor­na-se ain­da mais pes­soal quan­do o con­du­tor pode chamar o assis­tente por um nome à sua escol­ha. Os dias em que o sis­tema de coman­do de voz responde ape­nas ao nome dado pelo fab­ri­cante são parte do pas­sa­do. Inde­pen­den­te­mente de ser chama­do de “Casey”, “Michael” ou “Lin­da”, o sis­tema de recon­hec­i­men­to de voz da Bosch entende e fala 30 idiomas difer­entes com um total de 44 vozes de mul­heres e 9 vozes mas­culi­nas. O con­du­tor ati­va o assis­tente ao diz­er “Hey, Casey” ou uti­lizan­do o novo nome, e  ini­cia novos diál­o­gos sim­ples­mente ao falar dire­ta­mente com o assis­tente, não ten­do que esper­ar por um toque antes de começar a falar.

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