IMSA: Cadillac DPi-V.R domina Roar before 24

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Action Express Cadil­lacs DPi-V.R Mus­tang Sam­pling and Whe­len Engi­neer­ing

A Cadil­lac, como de cer­ta for­ma era esper­a­do, domi­nou a Roar Before 24. Com uma nova equipa a ado­tar o DPi-V.R, a Spir­it of Day­tona, eram 4, os car­ros envolvi­dos nas hos­til­i­dades da Roar Before 24 de 2018 por parte da mar­ca de Nova Yorque. Esta Roar Before 24 trouxe como novi­dade uma pro­va de qual­i­fi­cação no domin­go, para decidir os lugares na pit­lane e gara­gens para a pro­va a realizar de aqui a quinze dias na Day­tona Inte­na­tion­al Speed­way.

A mar­ca nova-iorquina domi­nou todas as sessões de treinos, tal como fomos noti­cian­do ao Lon­go do fim-de sem­ana, com o Action Express Mutang Sam­pling #5 a dom­i­nar o primeiro dia, O Kon­i­ca Minol­ta #10 a dom­i­nar as sessões 3 e 7, o recém chega­do Spir­it of Day­tona #90 a assumir o coman­do da 6ª sessão e com o Action Express Whe­len Engi­neer­ing #31 a assumir as 4ª, 5ª sessões e a qual­i­fi­cação, ten­do sido o primeiro a baixar do segun­do 37 (na quar­ta sessão) e o úni­co a baixar do segun­do 35 (na qual­i­fi­cação) ter­mi­nan­do com o tem­po final de 01:35.806 ( recorde-se que a vol­ta mais ráp­i­da da pro­va do ano pas­sa­do, foi 01:36:269 e que o tem­po da pole foi de 01:36.903, ambos real­iza­dos pelo Cadil­lac DPi-V.R Mus­tang Sam­pling #5).

Mes­mo saben­do que há algum jogo escon­di­do e com­para­n­do as qual­i­fi­cações da pro­va de 2017 e esta da Roar before 24, os Cadil­lac DPi-V.R com o novo motor, mais pequeno, de 5.5L, foram con­sis­ten­te­mente de 0,5 a  1 segun­do mais rápi­dos que no ano transato. Quan­to aos restantes os Acu­ra DPi foram os mel­hores, mas com o mel­hor car­ro a 0.517 segun­dos do pior Cadil­lac. Este foi tam­bém o úni­co não Cadil­lac a baixar do segun­do 36 (Acu­ra DPi #6, Team Penske, Page­naud, Mon­toya e Cameron 01:36.988). Ao lon­go de todas as sessões o Ore­ca LMP2 da Core Motor­sport foi o que andou mais per­to dos Cadil­lac, com  uma difer­ença 0,107s na segun­da sessão, mas numa altura onde ain­da se roda­va no segun­do 37.

Nos GTLM, o Ford GT #66 da Chip Ganas­si Rac­ing com Dirk Muller, Sebastien Bour­dais e Joey Hand, fechou as hos­til­i­dades com o mel­hor tem­po (01:43.610) Segui­do do Corvette #4 e do Ford GT #67. Todos os 6 primeiros da classe ficaram den­tro de uma difer­ença infe­ri­or a 0,5s. Desilusão foram os BMW M8GTE, cujo mel­hor clas­si­fi­ca­do ficou mais de 1 segun­do atrás do pior dos out­ros. Muito tra­bal­ho a desen­volver pela mar­ca bávara, na preparação deste novo mod­e­lo que, é bom não esque­cer, é o úni­co car­ro da grel­ha com­ple­ta­mente novo. Algo expec­táv­el, mas que não se coad­una comas afir­mações do respon­sáv­el da divisão Motor­sport ao site Racer.com e que demos con­ta aqui na JLpress

Na cat­e­go­ria GTD, o mel­hor tem­po da qual­i­fi­cação obti­do pelo Lam­borgh­i­ni Hura­can GT3 da GRT Grass­er Rac­ing Team (01:47.374), não foi o mel­hor tem­po des­ta classe. Esse, foi obti­do pelo mes­mo car­ro na 1ª sessão de treinos. Dos out­ros car­ros envolvi­dos, o Porsche 911 GT3 R da Man­they Rac­ing foi o que con­seguiu o mel­hor tem­po 01:47.125 na ter­ceira sessão de treinos que ter­mi­nou no topo da tabela.

Quan­to aos Por­tugue­ses e para além dos nat­u­rais pro­tag­o­nistas da Cadil­lac, João Bar­bosa e Fil­ipe Albu­querque; dois ini­ci­avam-se nes­tas andanças de Day­tona. António Félix da Cos­ta, nos pro­tóti­pos, na Jakie Chan DCR Jota, com o Ore­ca LMP2 #78 que ter­mi­nou a qual­i­fi­cação na 9ª posição (em 20) com o tem­po de 01:37.274, ape­nas a 0,286s do mel­hor dos acu­ra e a menos de um segun­do de difer­ença do pior dos Cadil­lac. Saben­do que a Roar não é um lugar onde as equipas mostram o jogo, acred­i­ta­mos que Félix da Cos­ta e seus com­pan­heiros terão espaço de manobra para faz­er um bril­harete, pois numa cor­ri­da de 24 horas, tudo pode acon­te­cer e nen­hum  treino o poderá ante­ci­par.

Acura NSX GT3 #86, Michael Shank Racing; Trent Hindman, Katherine Legge, AJ Allmendinger, Alvaro Parente
Acu­ra NSX GT3 #86, Michael Shank Rac­ing; Trent Hind­man, Kather­ine Legge, AJ All­mendinger, Alvaro Par­ente

Quan­to a Álvaro Par­ente, ter­mi­nou a qual­i­fi­cação na 4ª posição, chegan­do mes­mo a rodar em ter­ceiro durante grande parte do treino, deixan­do bem claro porque  Michael Shank o chamou para dis­putar a NAEC 2018.

Foi um bom primeiro con­tac­to com a equipa, car­ro e cir­cuito! Fomos evoluin­do ao lon­go dos três dias de testes e na qual­i­fi­cação para os lugares das box­es estive­mos bem. Mel­horá­mos o car­ro e temos ain­da margem para pro­gredir. O mais impor­tante é colo­car o automóv­el o mais efi­caz pos­sív­el para a cor­ri­da”;

Estou a adap­tar-me muito bem à equipa e gos­to do sis­tema de tra­bal­ho de toda a estru­tu­ra, o que aju­da que a ambi­en­tação seja mais ráp­i­da. Toda gente é muito foca­da em tornar o car­ro mais rápi­do e com­pet­i­ti­vo, o que me deixa muito agrada­do, dado que sei que esta­mos todos a tra­bal­har para poder­mos con­quis­tar bons resul­ta­dos. Pen­so que temos os ingre­di­entes para uma boa tem­po­ra­da”. Con­cluiu o pilo­to por­tuguês.

A JLpress errou!

É ver­dade, a pesar de tudo a juven­tude da JLpress pesou e nós erramos ao esque­cer-nos da par­tic­i­pação de Pedro Lamy. Na ver­dade não foi um esquec­i­men­to, mas uma fal­ta de atenção, pois ape­nas aten­demos aos press que recebe­mos e não fomos ver­i­ficar, como seria de esper­ar, a lista de inscritos.

O Pedro é um pilo­to que esti­mamos bas­tante e que nos tem dado muitas ale­grias ao lon­go da sua car­reira. Em nos­sa opinião é uma das mais fortes refer­ên­cias no auto­mo­bil­is­mo por­tuguês, sendo para nós um dos mel­hores pilo­tos nacionais de resistên­cia e um ele­men­to fun­da­men­tal nas equipas em que par­tic­i­pa.

O Pedro Lamy par­ticipou nes­ta Roar ao volante de um Fer­rari 488 GT3 #51 da Spir­it of the Race, na classe GTD, acom­pan­hado dos seus habit­u­ais par­ceiros Math­ias Lau­da, Paul Dal­la Lana e Daniel Ser­ra . Foi durante algum tem­po o mel­hor Fer­rari em pista, mas ter­mi­nou a qual­i­fi­cação na 14 posição com o tem­po de 01:47.988.

Pedro Lamy terá um iní­cio de ano algo exi­gente, com duas cor­ri­das de resistên­cia sep­a­radas por meio mun­do. a primeira será a de Day­tona, com 24 horas e, no fim de sem­ana seguinte  na Aus­trália, as 12 horas de Bathurst. Em declar­ações ao site Aque­la Maquina Pedro Lamy esclare­ceu:

É claro que é uma sem­ana um boca­do cansati­va, em espe­cial com tan­tas horas de avião e as enormes difer­enças de fusos horários, mas aca­ba por não ser difí­cil e adap­ta­mo-nos rap­i­da­mente”

Ficam as nos­sas des­cul­pas ao Pedro Lamy, aos seus com­pan­heiros de equipa e à Spir­it of the Race.

 

 

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